monogramada
Era uma vez uma amapô que adorava ferver em boates gays, ela vivia de buatchy em buatchy aquendando os boys e as bees que lá estavam. Certa vez rolou a noite de Madonna na Mad Queen, mais viada im-pos-si-ble... Foi-se então com seu amigo Kubric (nem sei se ele ainda prefere esse alias, anyway), e outras pessoas cuja a memória non permite me lembrar nesse momento. Dançou, bebeu e ferveu.
O lugar tinha vários go-go boys delícias, e como todo fervo que se preze, tinha um dark room lá. Eu naquela época era louca pra entrar no dark da Sogo, mas nunca me deram essa intimidade... Aí eu perguntei como quem non quer nada se eu poderia adentrar naquele ninho de pura lascívia. Os gogo´s estavam na entrada apenas de sunguinha chamando as bee pra dentro, aí eu também fui né?
Para quem nunca entrou num dark, acredite é uma coisa bem trevosa rsrsrs, literalmente, um amálgama de corpos seminus e suados são os blocos de construção dessa festa dionisíaca. Assim que entrei mãos apertaram meus peitos, levantaram minha saia, enfiaram dedos em minha buceta. Uma euforia tomou conta do meu corpo, molhei minha calcinha instantaneamente e meu cu latejava de desejo.
Nesse momento eu comecei a me beijar com um gogo e me dei conta estava de joelhos chupando o pau dele, assim que me coloquei nessa posição os outros gogo´s também colocaram seus paus pra fora. Acho que tinha uns cinco lá dentro, e como eu sei disso se lá tudo é escuro? Simples, alguma bee ligou o celular e por um breve momento uma penumbra trouxe os corpos à vista. Me senti num filme pornô, fizeram uma rodinha comigo e eu alternava os paus que chupava, ao mesmo tempo alguém fazia um fisting na minha buceta. Aquela miríade de sensações me levaram ao delírio e ao orgasmo, multíplos diga-se de passagem. Ao mesmo tempo eles corresponderam e gozaram em mim.
Saí de lá esporrada, gozada e completamente satisfeita. E foi assim que durante um tempo fiquei conhecida na noite gay como a menina da bolsa vermelha da Victor Hugo.
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